Porque criámos a Clara Terra

Descobre a origem da Clara Terra: um projeto de curadoria slow fashion que valoriza a transparência, o cuidado e o ritmo humano — desde Portugal, com vontade de fazer diferente.

O que nos move (e para onde queremos ir)

Clara Terra nasceu devagar. Não foi uma ideia de negócio nem um projeto para seguir tendências. Foi, primeiro, um desconforto. Um desconforto com o ruído em torno da “moda sustentável” — tantas palavras e tão pouca verdade. Um desconforto com o greenwashing, com a pressão para consumir mesmo quando o discurso é sobre “consumo consciente”. Um desconforto com a falta de espaço para escuta, cuidado e honestidade. Clara Terra nasceu disso: da vontade de fazer diferente. E fazer devagar.

Um espaço de curadoria, não de excesso

Há marcas incríveis a fazer bem — com ética, com consistência, com alma. Mas muitas vezes perdem-se no meio do ruído. Clara Terra quer ser um espaço onde essas marcas sejam vistas, compreendidas e valorizadas. Curamos com critério, mas também com afeto. Queremos que cada peça tenha contexto, propósito e coerência. E que cada decisão seja tomada com consciência: do que mostramos, como mostramos e porque mostramos.

O que não somos

Não somos uma marca perfeita, nem queremos parecer. Não temos todas as respostas. Não acreditamos que o slow fashion seja acessível para todas as pessoas, em todos os momentos. Mas acreditamos que vale a pena tentar. Também não vendemos “um estilo de vida”. Acreditamos que o consumo deve ser consequência dos valores — não o contrário.

O que nos guia

  • Transparência real: dizemos onde sabemos, assumimos onde não sabemos
  • Relação com as marcas baseada em confiança mútua
  • Respeito por quem compra — não há pressão, nem urgência artificial
  • Compromisso com o território e as suas matérias
  • Aprendizagem contínua: estamos sempre a rever, repensar, refinar

E o futuro?

Queremos crescer com sentido. Começamos em Portugal, mas com vontade de chegar a outras geografias que valorizem o mesmo que nós: verdade, tempo e cuidado.
Se te revês neste caminho, fica por perto. Há muito por fazer — e queremos fazê-lo contigo.